Mulher morre após encostar celular em fio de alta tensão

A explosão de um celular matou a dona de casa Maria do Perpétuo Socorro Barbosa Carvalho, de 59 anos, no município de Monsenhor Gil, a 56 quilômetros ao sul de Teresina. Ela estava em sua fazenda. O celular explodiu porque Maria encostou a antena do aparelho em um fio de alta tensão, o que provocou uma descarga elétrica.A polícia civil abriu inquérito para apurar as condições da morte da dona de casa. A antena do aparelho celular era adaptada. O marido da vítima, o aposentado Washington Carvalho, 58 anos, tinha comprado o celular e feito a adaptação para ter condições de falar com parentes e amigos na fazenda.O corpo de Maria do Perpétuo Socorro ficou parcialmente carbonizado e o aparelho celular, devido a descarga elétrica, ficou grudado no corpo e abriu o seu abdômen. A descarga elétrica foi potencializada porque a dona de casa estava molhada, lavando louças, quando atendeu o telefone.O marido da vítima seguiu para a fazenda Jurema quando soube do acidente. Os dois moravam em Teresina e tinham a fazenda em Monsenhor Gil, onde passavam os finais de semana. Washington foi para a fazenda acompanhado pelo Polícia Rodoviária Federal e pelo inspetor Tony Carlos Cavalcante."Nossa equipe se dirigiu ao local e constatou o fato. O celular explodiu nas mãos delas, deixando o corpo da vitima carbonizado. O que a matou foi a descarga elétrica", informou o inspetor da Polícia Rodoviária Federal.O corpo de Maria do Socorro foi encaminhado ao IML (Instituto Médico Legal) e foi velado em Teresina. Ela residia no bairro Três Andares, na zona Sul de Teresina.

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