Mulheres de policiais avaliam fim de movimento no PR

O movimento das mulheres de policiais militares do Paraná, que impede parte dos maridos de trabalharem, pode terminar hoje. Elas receberam algumas propostas do comandante-geral da Polícia Militar, coronel Gilberto Foltran - que se ofereceu para ser o intermediário com o governo -, e devem analisá-las em assembléias pelo Estado. Caso acatem as propostas, as mulheres de policiais vão desfazer os acampamentos montados desde terça-feira da semana passada em frente aos batalhões. O pedido de reposição salarial para os policiais, principal reivindicação das mulheres, não foi atendido.Pela manhã, o coronel Foltran, em uma reunião, pediu que as mulheres saíssem de frente do quartel central, em Curitiba, único local da capital onde ainda havia bloqueio. Ele reafirmou a proposta do governo do Estado de entregar o estudo, em 60 dias, do código de vencimentos dos policiais militares para ser enviado à Assembléia Legislativa como projeto-de-lei. O comandante também se comprometeu a comunicar, em 15 dias, o resultado de estudos sobre a remuneração de policiais que atuam em escalas extras. A PM deve estabelecer, igualmente, que os policiais não arcarão mais com prejuízos de carros que se envolverem em acidentes durante o trabalho.

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