Mutirão antes feito com 4 pessoas hoje envolve uma dezena

O mutirão carcerário foi criado em 2008, quando o ministro Gilmar Mendes estava à frente do Conselho Nacional de Justiça (CNJ). Na época, envolvia cerca de quatro pessoas - um juiz auxiliar, dois técnicos e, eventualmente, um conselheiro. Para baratear os custos e evitar um trem da alegria, o CNJ convocava juízes e servidores do Judiciário dos Estados em que haveria o mutirão. Depois de fazerem as inspeções, os juízes auxiliares e servidores do CNJ voltavam a Brasília e deixavam servidores locais encarregados de prosseguir o trabalho. Com isso, economizavam em diárias e passagens.

Felipe Recondo, O Estado de S.Paulo

18 Setembro 2011 | 00h00

Agora, um mutirão pode envolver dezenas de pessoas, muitas de Estados distantes do local do mutirão. No Ceará, dez pessoas foram indicadas por Cezar Peluso - entre elas um juiz do Amazonas e outro do Rio Grande do Sul.

Além disso, os integrantes permanecem na cidade até o fim do mutirão, mesmo quando as tarefas cabem aos servidores locais. Um dos programas criados por Peluso, uma espécie de desmembramento do mutirão carcerário voltado para mapear os centros de internação de menores, é formado por 38 pessoas.

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