Na Câmara, dizia ser ignorado pelo governo

Na condição de ministro do Turismo, Gastão Vieira deverá receber, enfim, mais atenção da presidente Dilma Rousseff, deixando para trás os tempos em que presidiu a comissão especial do Plano Nacional de Educação (PNE) e foi ignorado pelo governo.

Rafael Moraes Moura / BRASÍLIA, O Estado de S.Paulo

16 Setembro 2011 | 00h00

Nos bastidores, Gastão e outros integrantes da comissão queixavam-se de que o plano não havia entrado na agenda do Planalto. No Congresso, a avaliação é de que o PNE não era - e nem é - assunto prioritário e caminha à margem do Executivo.

Enviado ao Congresso no apagar das luzes do governo Lula, o PNE estabelece 10 diretrizes e 20 metas para serem cumpridas na área até 2020, como a ampliação do investimento público em educação dos atuais 5% para 7% do PIB. Em sua passagem pela comissão, Gastão ouviu secretários estaduais de Educação, governadores e especialistas na tentativa de construir um consenso em torno do texto.

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