Na mesa, de 2012 a cargos no governo

Bastidores

, O Estadao de S.Paulo

15 de março de 2010 | 00h00

Mesmo que os candidatos estejam praticamente definidos, os principais partidos envolvidos na corrida paulista só farão o anúncio oficial das chapas após alguns acertos finais nas negociações. No PT, o principal ponto das conversas é a eleição de 2012. Segundo petistas, a garantia de que terá prioridade no processo é uma das exigências de Aloizio Mercadante para trocar seu plano de reeleição pelo governo paulista. O assunto interessa ao grupo da ex-prefeita Marta Suplicy, que investe no argumento de que um acerto com dois anos de antecedência não teria validade. No PSB, ainda se fala em voo solo de Paulo Skaf. Outra ala prega a união com o PT. Aí, as discussões giram em torno da vice e da segunda vaga para o Senado, que iriam respectivamente para Skaf e para o vereador Gabriel Chalita. Com Aloysio Nunes cada vez mais próximo do Senado, o PSDB terá de acomodar o secretário da Educação, Paulo Renato Souza. A opção seria a Câmara. Cargos no governo ajudarão a arrematar a negociação. / C.O.

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