Na Oceania e na Ásia, só falta agora a apuração

A votação para presidente do Brasil teve início - e final - muito antes de os locais de votação serem abertos no País. Na Nova Zelândia, por exemplo, a votação está encerrada desde as duas horas da manhã deste domingo - ou cinco da tarde, no horário de lá. O mesmo ocorre nos outros países asiáticos e da Oceania onde há brasileiros aptos a votar.

CLÁUDIA TREVISAN, DE PEQUIM, E GUSTAVO CHACRA, DE NOVA YORK, O Estado de S.Paulo

03 Outubro 2010 | 00h00

O maior colégio eleitoral brasileiro na Ásia é o Japão, com 11.827 inscritos - número considerado até baixo pelo embaixador do Brasil em Tóquio, Luiz Augusto de Castro Neves, uma vez que há 267,5 mil brasileiros vivendo no país. Na Austrália, 1.980 pessoas estão aptas a votar; na Nova Zelândia, são mais 501; e, na China, 498.

O maior colégio eleitoral no exterior, porém, fica nos Estados Unidos, com 66.940 pessoas aptas a votar - sendo 21.076 na região de Nova York. E, para o governo brasileiro, o fato de ser imigrante ilegal não impede as pessoas de votarem. "Para nós, é irrelevante o status do eleitor brasileiro nos EUA", disse o embaixador Osmar Chohfi, cônsul do Brasil em Nova York.

No total, existem 200.392 brasileiros em condições de votar no exterior, segundo dados do Tribunal Regional Eleitoral do DF, responsável pelo processo eleitoral fora do Brasil.

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