Na visita à Cidade Proibida, presidente exalta parceria

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Vera Rosa, O Estado de S.Paulo

14 Abril 2011 | 00h00

Após dois dias de negociações para fechar "negócios da China", a presidente Dilma Rousseff aproveitou a manhã de ontem para conhecer a Cidade Proibida. Acompanhada da filha Paula, de ministros, assessores e do acupunturista Gu Hanghu, Dilma percorreu as alas dos palácios imperiais que abrigaram as dinastias Ming e Qing e deixou uma mensagem no livro de visitantes.

"É uma experiência fantástica a visita à Cidade Proibida, onde a China de outrora mostrava sua força e riqueza. Hoje, a China recupera em outras bases o seu desenvolvimento. É muito importante a parceria entre o Brasil e a China", escreveu a presidente, no livro com capa dourada.

Dilma visitou o museu e ficou encantada com a arquitetura das edificações coloridas, construídas entre 1406 a 1420. Depois, quis saber por que todos os telhados ostentavam nas extremidades estatuetas de pequenos animais, como cachorros e dragões.

"Acreditava-se que eles guardavam a casa contra os maus espíritos e traziam sorte", explicou o ministro das Relações Exteriores, Antonio Patriota, que fala mandarim. "Vocês vão ver, quando eu voltar, o que eu vou pôr lá no palácio", disse Dilma, em tom bem-humorado, dirigindo-se aos repórteres.

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