Na zona sul, às 18h começa o turno dos ambulantes

A poucos metros da Subprefeitura de Santo Amaro, no Calçadão Capitão Tiago Luz, o comércio ambulante se forma após as 18 horas, depois de os fiscais encerrarem o expediente. CDs piratas são testados em monitores de LCD nas calçadas. Há por toda parte placas com preços de comida para fora das lojas, desrespeitando a Lei Cidade Limpa, caso da lanchonete na Praça Salim. Em outro estabelecimento, vizinho à subprefeitura, há o anuncio do "mês do gerente louco", com letras garrafais; em outra loja, veem-se tabuletas de promoção para fora da loja. Em M?Boi Mirim, cenário parecido: nos postes na frente da administração local, anúncios "lambe-lambe". A 100 metros, uma oficina ostenta na fachada faixas para cada serviço. Na Vila Mariana, a Escola Estadual Pedro Voss, da Rua Loefgreen, na frente da subprefeitura, está com a calçada esburacada, assim como a do Clube Desportivo Municipal Rubi, na José de Magalhães. Em torno do Terminal Metropolitano de Ônibus, no Jabaquara, há comércio ilegal de alimentos e também rodoviária clandestina para o litoral. No Ipiranga, na frente do número 860 da Rua Oliveira Alves, há desova de entulho. Na beira do córrego da Avenida Carlos Caldeira Filho, no Campo Limpo, veem-se entulho e lixo e por ali há bar e garagem de veículos clandestinos. Na frente da Emei Cyro Albuquerque, um buraco na calçada transforma-se em poça de água quando chove, obrigando os pedestres a andarem na rua. Procurada, a Prefeitura informou que está realizando os reparos nas ruas. As blitze de transporte irregular, camelôs e Cidade Limpa são regulares e as empresas citadas já foram multadas ou fiscalizadas.

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