Nada do produto, só cobrança

Infelizmente aceitei uma proposta da Telefônica de um pacote com Speedy, mais duas linhas telefônicas e um computador com assistência técnica por 36 meses. Após 2 meses desse "contrato", feito por telefone, não recebi absolutamente nada, apenas a cobrança dos produtos "contratados" e, ainda, a um preço bem maior do que o combinado. Cobraram por um computador que nem vi, por um Speedy que nem foi instalado e por duas linhas que eu nem sabia os números. Gastei muito tempo, esforço, paciência, saúde e dinheiro até conseguir cancelar esse pacote enganoso. Falei diversas vezes com a ouvidoria da Telefônica. O telefone de minha loja foi cortado duas vezes, o que me impediu de realizar vendas com cartões, causando-me prejuízo significativo. Como se não fosse suficiente, recebi agora um aviso de cobrança de uma das linhas que cancelei (diversas vezes) e que nunca recebi. O nome de minha loja irá para a Serasa se eu não pagar essa linha "fantasma". Conselho: não aceitem propostas feitas pelo serviço de telemarketing da Telefônica!ANA PAULA G. S. FORMIGONISão PauloA Assessoria de Imprensa Telefônica informa que a situação da sra. Ana Paula Formigoni se encontra regularizada, mediante cancelamento das contas de setembro e novembro das linhas da cliente. A empresa, que entrou em contato com a sra. Ana Paula para os esclarecimentos necessários, lamenta e pede desculpas pelos transtornos causados. Para outros esclarecimentos, os clientes devem entrar em contato com a Central de Atendimento, ligando 10315 (ligação gratuita). IndignaçãoÉ um absurdo que só os veículos produzidos a partir de 2003 sejam inspecionados no primeiro ano do programa. Qualquer um sabe que os grandes vilões da poluição e dos acidentes são os veículos antigos, que deveriam ser inspecionados primeiro. Mais uma vez quem cumpre as regras vai pagar. Espero sinceramente que alguém de bom senso do Ministério Público conteste essa decisão, que só pode ter sido tomada por interesses não divulgados e que precisam ser esclarecidos.ANTONIO CARLOS NOVAES ROMEUSantana de ParnaíbaEstou de pleno acordo com as afirmações da leitora sra. Ivonete Ayres, cuja carta foi publicada em 5/1. Com certeza os veículos mais novos são os que têm pouco ou nenhum problema. Os argumentos da Secretaria sobre a frota mais antiga não convencem os cidadãos cumpridores de seus deveres, que sempre são punidos em nome daqueles que não cumprem suas obrigações. Gostaria de entender, por meio de um vocabulário adequado, o que significa "sensoriamento remoto" que a Secretaria pretende fazer em 2009. A exigência de pagamento antecipado, com a promessa de devolução é, no mínimo, brincadeira de mau gosto. Até hoje espero a devolução do "empréstimo compulsório" de governos anteriores. Não dá mais para acreditar e muito menos entender certas atitudes do setor público.OLÍVIA SARA SANGER WITKOWERSão PauloO golpe do GNVFizeram com o gás veicular o mesmo que fizeram com o álcool no seu lançamento, ou seja, induziram esse pobre povo a converter os veículos para gás, informando e orientando que ele era indicado contra a poluição, que o governo daria descontos no IPVA, etc. Como resultado, houve uma corrida às oficinas especializadas para instalação dos equipamentos, que não são baratos, e os postos de gasolina investiram grandes somas para poder vender gás. Agora somos apunhalados pelas costas mais uma vez por este governo que grita aos quatro cantos que é justo. Só para se ter uma ideia, no seu lançamento o m³ do gás girava em torno de R$ 0,59, hoje a média é de R$ 1,89 por m³. Isso é normal, presidente Lula? ANGELO TONELLISão PauloA NET não desisteA NET insiste em me importunar com telefonemas diários e ainda acha que tem razão! Eu já recebi dezenas de e-mails da Central de Relacionamento dizendo que a empresa tomaria medidas necessárias, mas nada foi feito. No último, pediram meu código de assinatura entre outros dados, mas não sou cliente da NET e não serei jamais, portanto, não tenho nada a confirmar, só a reclamar. Será que os funcionários da empresa não entendem português? (Em 27/12 foi publicada reclamação da leitora e Fernanda Piccablotto, da Gestão de Clientes da NET São Paulo, havia informado que a empresa tomara providências para solucionar a questão.)VIRGINIA SIONSão PauloAs cartas devem ser enviadas para spreclama.estado@grupoestado.com.br, pelo fax 3856-2940 ou para Av. Engenheiro Caetano Álvares, 55, 6.º andar, CEP 02598-900, com nome, endereço, RG e telefone, e podem ser resumidas. Cartas sem esses dados serão desconsideradas. Respostas não publicadas são enviadas diretamente aos leitores.

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