Namorada volta a negar participação no assassinato de Ubiratan

O depoimento da advogada Carla Cepollina, de 39 anos, namorada do namorada do coronel da reserva e deputado estadual (PTB) Ubiratan Guimarães, 63 anos, encontrado morto na noite de domingo,10, terminou por volta das 17h30 desta quarta-feira, 13. Ela chegou ao Departamento de Homicídios e Proteção à Pessoa (DHPP) por volta das 13 horas. Foi o terceiro dia consecutivo de depoimento da advogada. Nesta terça-feira, Carla prestou depoimento por quase 13 horas, e voltou a negar qualquer participação no assassinado do coronel.De acordo com a reportagem da Rádio Eldorado AM, os três filhos do coronel, Rodrigo, Fabrício e Diogo, ainda estão no Departamento de Homicídios e Proteção à Pessoa (DHPP). O advogado da família de Ubiratan, Vicente Cascione, disse que a polícia já tem elementos suficientes para apontar o assassino do coronel ainda nesta quarta-feira. Até as 19 horas, o delegado que investiga o caso não havia informado detalhes sobre o depoimento de Carla. A polícia trabalha com duas provas concretas no caso. Uma delas é o laudo do Instituto Médico Legal (IML), que aponta que o projétil da arma é de um revolver calibre 38. Das sete armas que o coronel mantinha em casa - cinco revólveres calibre 38, uma pistola calibre 7,65 mm e uma espingarda calibre 12 -, a polícia ainda não encontrou justamente um revólver calibre 38, o que reforça a possibilidade de que ele tenha sido baleado com uma de suas próprias armas. Outra prova é a toalha com manchas de sangue encontrada na terça-feira, 12, pela polícia na casa de Ubiratan.

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