Não há data para enterrar o corpo de Caio Alcântara Machado

Não há paz para o empresário Caio de Alcântara Machado depois da morte. Uma terrível disputa familiar, que se desenrola na justiça, não parece permitir o enterro do corpo. Hoje, foi o juiz Xisto Albarelli Rangel Neto, do Departamento de Inquéritos Policiais (Dipo), a indeferir o pedido de Teresa de Alcântara Machado, a viúva, para que o corpo do empresário continuasse no Instituto Médico Legal. Teresa queria reconsideração da decisão judicial que ontem o liberou. O juiz indeferiu o requerimento pois não há mais necessidade da preservação do corpo, uma vez que os peritos já retiraram todos os materiais necessários aos exames toxicológicos e anátomo-patológico. O laudo ficará pronto em 100 dias. Os filhos suspeitam que o empresário, que morreu na madrugada do dia 20, aos 77 anos, tenha sido vítima de envenenamento, que teria ocorrido na casa de sua amante, Adelina Silveira, na Serra da Cantareira.. O corpo estava prestes a ser cremado dia 21, quando chegou determinação judicial para que fosse removido ao IML. Como existe inquérito policial em andamento no 4º Distrito Policial para apurar os fatos, a cremação só poderá ocorrer se for autorizado pelos juizes do Dipo. A família entretanto até o dia de ontem, não havia feito qualquer requerimento nesse sentido.

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