Negociação foi parar no banheiro do gabinete de Maia

Um local inusitado - de 1,5 metro por 2,6 metros - serviu de cenário para os momentos mais decisivos na negociação que possibilitou a aprovação da Comissão da Verdade na noite de anteontem. Com o aumento da tensão entre governo e oposição pondo em risco a tentativa de acordo, os principais interlocutores foram parar no banheiro do presidente da Câmara, Marco Maia (PT-RS).

O Estado de S.Paulo

23 Setembro 2011 | 03h02

Os ministros José Eduardo Cardozo (Justiça) e Maria do Rosário (Direitos Humanos) recorreram à privacidade do toalete para negociar os termos do acordo com a presidente Dilma Rousseff, em viagem a Nova York.

Os oposicionistas ACM Neto (DEM-BA) e Duarte Nogueira (PSDB-SP) foram levados por Maia para o local, onde estavam também José Genoino (assessor do Ministério da Defesa) e o líder do governo, Cândido Vaccarezza (PT-SP). No fim, em meio ao aperto, o acordo saiu e o projeto foi aprovado. / DENISE MADUEÑO

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