Nem petistas garantem aprovação dos R$ 545

O governo não conseguiu garantir, até agora, nem o apoio de deputados do PT ao valor de R$ 545 do salário mínimo. A divergência entre os petistas ficou evidente em seminário realizado ontem pela liderança da bancada para traçar as diretrizes de atuação na Câmara nos próximos quatro anos.

Andrea Jubé Vianna, O Estado de S.Paulo

08 de fevereiro de 2011 | 00h00

O líder do governo na Casa, Candido Vaccarezza (PT-SP), fez um apelo para que a bancada votasse, por unanimidade, a favor do mínimo defendido pelo Planalto. O ministro das Relações Institucionais, Luiz Sérgio, afirmou que o governo defenderá a manutenção da atual política de reajuste do mínimo, que considera o PIB de dois anos atrás, mais a inflação do ano anterior.

O deputado Vicentinho (PT-SP) foi um dos que se opuseram explicitamente ao mínimo de R$ 545. Ricardo Berzoini (SP) admitiu que muitos aguardam o desdobramento das negociações antes de confirmar o voto. "A bancada está que nem mineirinho, esperando para ver se vai chover, e se chover, se vai molhar a horta."

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