Nicéa Camargo é absolvida de acusação de danos morais

A 7ª Câmara de Direito Privado do Tribunal de Justiça reformou hoje decisão de primeira instância, que em abril de 2002 condenara a ex-primeira dama paulistana Nicéa Camargo a pagar indenização de R$ 1.500,00 por danos morais ao empresário Jorge Yunes.O processo foi motivado por entrevista concedida por Nicéa num programa de televisão a 9 de abril de 2000. Na ocasião, afirmou suspeitar que Yunes era o autor de ameaças anônimas de morte que vinha recebendo.O TJ absolveu Nicéa por unanimidade, acolhendo recurso do advogado de defesa Laercio José dos Santos. Ele argumentou que Nicéa tinha razões para suspeitar de Yunes, que era estreitamente ligado ao seu ex-marido, o ex-prefeito da capital Celso Pitta, do qual chegara a ser tesoureiro durante a campanha eleitoral. As ameaças começaram após Nicéa denunciar a existência de esquema de corrupção na Prefeitura de São Paulo.

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