No Rio, centrais vão ter apoio do MST e de coletivos apartidários

Ato principal contará com manifestantes que organizaram passeatas pela redução da tarifa do transporte em junho

Heloisa Aruth Sturm, Marcelo Gomes/RIO,

10 Julho 2013 | 23h14

Os protestos de desta quinta-feira, 111, no Rio vão reunir as centrais sindicais e grupos apartidários que organizaram e participaram das principais manifestações na cidade nas últimas semanas. À frente da principal manifestação do dia, com concentração marcada para as 15h na Candelária, estão as centrais sindicais e o Movimento dos Sem Terra (MST).

O ato contará com o apoio do Fórum de Lutas contra o Aumento da Passagem, coletivo que reúne estudantes e movimentos sociais e organizou os protestos mais expressivos no mês passado.

Outro grupo se reunirá a partir das 13h na sede administrativa da prefeitura e deve seguir pela Avenida Presidente Vargas até a Central do Brasil. Também haverá concentração no mesmo horário na Praça 15, no centro. Às 17h, no Largo do Machado, manifestantes se concentrarão para o ato Ocupa Guanabara, que deve seguir pelo bairro de Laranjeiras até o Palácio Guanabara, sede do governo estadual.

Reivindicações. Em plenária na noite de anteontem, representantes do Fórum de Lutas aprovaram temas como a desmilitarização da Política Militar, a estatização das empresas de transporte, 10% do PIB para saúde e educação e a saída do presidente do Senado, Renan Calheiros (PMDB-AL).

Por haver divergências entre os sindicatos, o protesto unificado das centrais sindicais não vai abordar temas como o plebiscito para a reforma política proposto pelo governo federal. De acordo com o presidente da CUT no Rio, Darby Igayara, outros atos estão programados pela manhã e no início da tarde, e são organizados por petroleiros, professores, bancários e servidores da saúde que aderiram à paralisação. O sistema de transporte público deverá funcionar normalmente.

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