REUTERS / Rick Wilking
REUTERS / Rick Wilking

Nos EUA, ataques a tiros são mais frequentes e estudantes são treinados

Trump chegou a sugerir armar professores, medida que causou reações no meio educacional

Redação, O Estado de S.Paulo

14 de março de 2019 | 03h03

Nos Estados Unidos, ataques em escolas, como o que ocorreu na Escola Estadual Raul Brasil, em Suzano, na Grande São Paulo, são mais frequentes e já motivaram uma série de mobilizações contra o acesso a armas. O massacre de Columbine, que completará 20 anos em abril, é o mais lembrado. Depois dele, crianças passaram a ser treinadas para se proteger em caso de atentados.

O número de ataques no país vem aumentando nos últimos anos. Segundo levantamento do jornal Washington Post, só em 2018, foram 25 tiroteios em colégios. Um dos episódios mais recentes de grandes dimensões ocorreu em uma escola de Parkland, na Flórida, em fevereiro do ano passado.

Depois do ataque, que deixou 17 mortos, o presidente Donald Trump chegou a sugerir armar e treinar professores e funcionários para reagir. A declaração de Trump teve repercussão negativa entre profissionais da Educação, que fizeram campanhas. Uma delas pedia que os professores fossem "armados" com mais livros e recursos.

Relembre outros casos de tiroteios em escolas no Brasil clicando aqui.

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