Novo terminal em Brasília aliviará Congonhas, diz governador

José Arruda se reúne com Lula para discutir medidas para aliviar intenso tráfego do aeroporto de Congonhas

Leonencio Nossa, da Agência Estado

23 Julho 2007 | 14h30

O governador do Distrito Federal, José Roberto Arruda, informou nesta segunda-feira, 23, que o presidente Luiz Inácio Lula da Silva pretende agilizar a construção de um segundo terminal de passageiros no aeroporto de Brasília, para permitir que a capital receba mais vôos internacionais.   Veja também:   Para governo, medidas podem causar reajuste de tarifas aéreas Não há hipótese de a verdade não vir à tona, diz Lula  Local de novo aeroporto em SP será definido até setembro, diz Lula  Lula promete investigação sobre tragédia  Leia a íntegra do Café com o Presidente FAB conclui que pane em Manaus foi barbeiragem Lula pode trocar Pires e presidente da Infraero nesta semana Participe e dê a sua opinião sobre a crise aérea Todas as notícias sobre o maior acidente aéreo do País    Dessa forma, na avaliação do presidente, estará resolvido parte do problema do intenso tráfego aéreo do aeroporto de Congonhas. Arruda, que esteve com Lula no início da tarde, observou que recentemente foi concluída a construção de uma segunda pista do Aeroporto de Brasília e que agora só falta um novo terminal.   "O presidente está profundamente chocado com o que ocorreu em Congonhas e acha que um novo terminal em Brasília poderá ser utilizado pelos passageiros de vôos internacionais ", disse. Lula, segundo Arruda, solicitou que o governador procure o ministro do Planejamento, Paulo Bernardo, para discutir o repasse de recursos para o início das obras.   Reunião do conselho   Nesta manhã, Lula se reuniu com o conselho político para avaliar as medidas anunciadas na sexta-feira para conter a crise aérea. A avaliação é de que o pacote pode elevar as tarifas de passagens aéreas e causar transtornos aos usuários, que terão de se deslocar para outros aeroportos.   Mas o conselho avaliou que, entre a segurança e o reajuste acompanhado de eventuais contratempos, o governo irá apostar na segurança dos passageiros.   O grupo de coordenação política, composto por Lula e ministros, concluiu também que as medidas para a redução do tráfego aéreo no Aeroporto de Congonhas tiveram um forte impacto.   Foi decidido também que o Ministério do Planejamento passa a integrar o Conselho Nacional de Aviação Civil (Conac), já que a pasta cuida da liberação de recursos para obras emergenciais.

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