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''O lote foi adquirido de boa-fé

Para advogado, donos do programa são vítimas

, O Estadao de S.Paulo

22 de junho de 2009 | 00h00

O advogado dos responsáveis pelo programa Mil e Uma Noites, Figueiredo Basto, classifica seus clientes como vítimas. E argumenta que o diretor Paulo Calluf e os demais responsáveis colaboram com a investigação da polícia para que o verdadeiro receptador das joias furtadas seja identificado. "Meus clientes são vítimas duas vezes. Primeiro porque agiram de boa-fé, adquirindo um lote de joias sem saber que nele havia peças de origem ilícita. E agora estão gastando dinheiro para recomprar peças que a vítima alega serem suas", diz Basto.O programa é exibido na televisão de madrugada. São vendidos relógios, joias, quadros e tapetes. As vendas são fechadas com parcelas fixas ou em formato de leilão. Os interessados devem ligar para a central de televendas e se cadastrar.O advogado afirma que os responsáveis pelo programa estão se empenhando ao máximo para rastrear no estoque peças que possam pertencer à vítima. Sobre os leilões promovidos pela Caixa Econômica Federal (CEF), o advogado entende que, a partir do momento em que se compram joias de um banco oficial, não há má-fé. "Se, por ventura, a Caixa for lesada, ela também deveria agir, identificar essa situação e filtrar os seus critérios no penhor de joias", disse Basto.Em relação ao esclarecimento do caso, o advogado diz esperar que, em breve, a pessoa que repassou as joias roubadas seja localizada pela polícia e pague pelo crime cometido.

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