O que não tem preço: o stress

Um temporal como o de terça-feira provoca vários problemas aos paulistanos. Um deles, geralmente não computado, é o stress, definido pelos especialistas como uma pressão interna ou externa. "Sob tensão ou ameaça, estamos sob stress natural, que pode ser usado de forma construtiva ou negativa", diz o psiquiatra Tabajara Dias de Andrade, do Centro Latino-americano de Desenvolvimento, em Campinas. "Mas é preciso saber lidar com ele. Quem não sabe pode tomar decisões erradas, arriscando a própria vida."

, O Estadao de S.Paulo

13 de setembro de 2009 | 00h00

O psiquiatra se refere a casos de pessoas, por exemplo, que entram numa casa desmoronando para buscar uma sacola. "É preciso ter calma e equilíbrio para minimizar os danos numa situação de stress máximo."

Estar impotente, preso num carro, com um rio ao lado subindo à medida que o tempo passa, é uma situação de stress máximo, segundo Andrade. Quem tem problemas de saúde, como hipertensão, por exemplo, pode ter até um ataque cardíaco. "As doenças deixam as pessoas mais vulneráveis aos stress."

Para sofrer menos, o psiquiatra afirma ser necessário praticar em casa o autocontrole. Jogos de xadrez, meditação, e relaxamento uma vez ao dia são alguns exercícios que podem ajudar.

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