ONGs querem selo brasileiro

Dois selos internacionais certificam produtos produzidos sob os princípios do comércio justo: o FLO (www.fairtrade.net/lo), para 13 tipos de alimentos apenas, como café e cacau brasileiros, e a Organização Mundial de Comércio Justo (www.wfto.com), para artesanato, que só tem cinco membros no Brasil, entre eles a Mundaréu e a Artesol. Fabíola Zerbini, secretária executiva do Faces do Brasil, que promove o comércio justo, defende a criação de um selo brasileiro. "O problema da certificação internacional é que, além de custar caro, segue princípios das nações desenvolvidas. A FLO, por exemplo, proíbe o emprego de quem tem menos de 16 anos, enquanto o ECA permite o trabalho, como aprendiz, a partir dos 14 anos", diz.

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