Operação contra drogas já prendeu 412 no Rio

A Operação Pressão Máxima, cujo objetivo é impedir o tráfico de armas e drogas nas favelas do Rio, prendeu 412 criminosos. Nos confrontos entre policiais e traficantes, morreram 34 pessoas e sete policiais militares ficaram feridos. O balanço das ações foi divulgado hoje pela Secretaria de Segurança Pública (SSP) do Estado. Os dados revelam também que 271 armas foram apreendidas - entre revólveres, pistolas, fuzis e espingardas -, desde novembro,quando as incursões nas comunidades começaram. Nesse período, foram apreendidos 450 quilos de maconha, 37 quilos decocaína, 400 gramas de haxixe e 25 comprimidos de ecstasy. Além disso, a polícia recolheu 39 radiotransmissores e recuperou102 carros roubados. Ontem, policiais percorreram 12 favelas. Até o fim da tarde, a secretaria não havia divulgado o resultado da operação. Apontado pela polícia como o principal fornecedor atacadista de drogas na Região dos Lagos e em Niterói, Grande Rio,o traficante Antônio José Gonçalves dos Santos, o Tony, de 34 anos, foi preso na madrugada, em São Gonçalo, RegiãoMetropolitana. Ele abastecia também outros morros da cidade do Rio, como o da Mangueira (zona norte), Mineira (no Estácio) eProvidência (Centro). Contra o criminoso, constam três mandados de prisão pelos crimes de tráfico de drogas e homicídio.Segundo a polícia, ele chegava a movimentar R$ 2 milhões por mês com a venda dos entorpecentes.

O Estadão deixou de dar suporte ao Internet Explorer 9 ou anterior. Clique aqui e saiba mais.