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Oposicionistas identificam bom senso nas declarações

As críticas da presidente eleita Dilma Rousseff à posição adotada pelo governo do presidente Luiz Inácio Lula da Silva em relação ao Irã mereceram elogios de quem sempre foi contrário à política externa do presidente Lula.

Felipe Recondo / BRASÍLIA, O Estado de S.Paulo

07 de dezembro de 2010 | 00h00

Os presidentes das comissões de Relações Exteriores da Câmara e do Senado afirmaram que as declarações de Dilma ao Washington Post são demonstração de "bom senso". Para eles, significa também o reconhecimento de que foi um erro não condenar as violações aos direitos humanos no Irã.

"Ela (Dilma) pelo menos já reconhece um dos grandes erros da diplomacia durante o governo Lula. Essa posição é mais realista", afirmou o presidente da Comissão de Relações Exteriores do Senado, Eduardo Azeredo (PSDB-MG). "Parece que baixou o bom senso. O País estava ficando mal ao não censurar as violações aos direitos humanos", acrescentou o presidente da comissão da Câmara, Emanuel Fernandes (PSDB-SP).

A manutenção de Marco Aurélio Garcia como assessor para Assuntos Internacionais é vista com ressalvas pela oposição, que aprova Antonio Patriota para comandar o Itamaraty. "A confirmação do Patriota será um segundo sinal de bom senso, mas Garcia no governo indica que na América Latina essa política vai continuar", disse Fernandes.

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