Orlando e PC do B vão à TV para se defender

Em programa partidário da sigla, ministro diz que legenda foi alvo de 'denúncias mentirosas que partiram de um sujeito procurado pela Justiça'

JAIR STANGLER / ESTADÃO.COM.BR, O Estado de S.Paulo

21 Outubro 2011 | 03h06

O PC do B e o ministro do Esporte, Orlando Silva, usaram o programa partidário que foi ao ar na noite de ontem para se defender das acusações de corrupção que o partido vem sofrendo por sua atuação no Ministério do Esporte. O ministro aparece no último trecho do programa, afirmando que "a importância que o Ministério do Esporte conquistou, através do trabalho do PCdoB, incomoda muita gente". Ele diz ainda que o partido foi atacado por "denúncias mentirosas que partiram de um sujeito procurado pela Justiça".

"Procurei imediatamente a Justiça. Prestei meu depoimento para ajudar a esclarecer todos os fatos. Vou até as últimas consequências para defender a minha honra e os 90 anos de história de um partido que nunca se envolveu em escândalo.".

No início do programa, uma apresentadora lê uma mensagem: "Em 90 anos, o PC do B nunca se envolveu em qualquer tipo de escândalo, porque nunca tolerou qualquer desvio de conduta". Quem também fala é o presidente da sigla, Renato Rabelo. Os argumentos são os mesmos: o partido nunca se envolveu em escândalo e quem denuncia é processado pela Justiça. "Todas e quaisquer acusações contra o PC do B se revelaram, mais cedo ou mais tarde, mentiras", afirma Rabelo.

Eleição. O partido aproveitou também o programa para divulgar seus pré-candidatos em 2012. O vereador Netinho de Paula, que aspira a disputar a Prefeitura de São Paulo, aparece cantando um samba, Cidade da gente. Depois, fala sobre a cidade de São Paulo, "que, ao mesmo que é a mais rica, é a que mais tem diferenças sociais".

O programa traz ainda as pré-candidatas Alice Portugal (Salvador", Manuela D'Ávila (Porto Alegre", e Perpétua de Almeida, (Rio Branco).

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