Os buracos na cidade

As principais avenidas da cidade estão com verdadeiras crateras. Um exemplo é a Avenida Juscelino Kubitschek, na Vila Olímpia, no sentido Marginal-Ibirapuera. Na pista da esquerda há vários buracos. Depois do semáforo da Faria Lima então, há dois buracos lado a lado, onde cabem as rodas inteiras do carro. Um verdadeiro perigo! E, como esses, há vários na cidade, é só andar pelas principais vias. Pergunto: onde está o prefeito? Depois de reeleito ele parou de trabalhar? Já faz um mês que registro reclamações no site da Prefeitura e nem mesmo recebi uma resposta - quanto mais os buracos serem tampados.VALÉRIA DOMINGUESSão PauloO subprefeito de Pinheiros, Nevoral Alves Bucheroni, informa que os buracos, causados pelas fortes chuvas que caíram na cidade nos últimos dias, foram tapados pela subprefeitura durante serviços realizados em 29/1.A leitora contesta: Isso não é verdade, os buracos continuam lá, e os que foram tampados receberam uma camada tão fina de asfalto que em uma semana devem surgir novamente. Os buracos da Avenida Juscelino já estão aparecendo. A Prefeitura tem de entender que não é apenas tampar o buraco, mas fazer um trabalho correto de recapeamento. Será que é tão difícil assim? Não é um problema local e, sim, geral. A cidade está mal cuidada e a Prefeitura joga o problema para as subprefeituras e ninguém resolve nada. Se para as autoridades andar numa avenida ou rua toda ondulada e com buracos é normal, para mim não é. Pagamos impostos e temos o direito de querer andar numa cidade bem cuidada. A lógica da inspeçãoA inspeção veicular de automóveis fabricados nos últimos seis anos é um caso típico de "burrocracia". Faz sentido? É claro que, se a inspeção atingisse os carros mais velhos, metade seria rejeitada e a outra metade apreendida por falta de pagamento de IPVA e multas. Seria uma limpeza e tanto! A quem essa medida beneficia?JOÃO U. STEINBERGSão PauloPara se ver livre... Cancelei o Speedy pela internet, em junho, com o prazo da fidelização já vencido. Imprimi o protocolo, recebi confirmação por telefone, devolvi o modem e os acessórios por Sedex, tudo conforme meu contrato. Mas até hoje a Telefônica continua a me cobrar pelo Speedy. Acumulei, desde junho, 14 protocolos de reclamação. Recebi faturas em duplicata, algumas com créditos, outras com débitos, cobranças ameaçadoras, mas o fato é que acabei pagando o que não queria, não devia nem utilizava. No último contato, em 29/12, a própria Ouvidoria teve o desplante de informar que o Speedy não fora cancelado e meus protocolos não eram reconhecidos pelo sistema, que a única solução seria cancelar a linha (algo que eu não desejava) e que não haveria ressarcimento de cobranças indevidas. Acabei cancelando a linha, desligada em 31/12. Mesmo assim recebi cobrança da assinatura e do Speedy até 12/1. Até quando essa empresa nos vai achincalhar?ELENICE M. LEITESão PauloA Assessoria de Imprensa da Telefônica informa que a linha e o Speedy da sra. Elenice foram cancelados sem ônus financeiros para a cliente. A leitora contesta: A Telefônica entrou em contato comigo e depositou em minha conta o que me foi cobrado indevidamente no dia 4 de fevereiro. Não paga o transtorno, mas as desculpas já valem alguma coisa. Cartões atrasados Muitos cartões de Natal enviados ao Japão por mim e por minha esposa pelos Correios, entre os dias 9 e 12 de dezembro, estão chegando só agora ao destino. Foram 70, com selos mais caros e com etiquetas azuis indicando prioridade, que garantia a chegada das cartas em uma semana. Os Correios vão responder que aqui está tudo em ordem e o problema é no Japão? E isso não ocorre somente nesse período. Para evitar sobrecarga, eu mandei livros como presentes no dia 3 de novembro na categoria de documento comum para quatro destinos no Japão e nos EUA. Todos chegaram entre 6 e 10 de dezembro e o correio havia me informado que chegariam em duas semanas.TOMOHISA SUNAGOSão PauloJosé Furiam Filho, diretor regional de São Paulo Metropolitana, informa que os objetos na modalidade prioritária simples, conforme o usado pelo sr. Sunago, não contam com rastreamento individual. O controle ocorre de forma coletiva. Acrescenta que não foram observadas irregularidades no encaminhamento de correspondências ao exterior no período citado. As cartas devem ser enviadas para spreclama.estado@grupoestado.com.br, pelo fax 3856-2940 ou para Av. Engenheiro Caetano Álvares, 55, 6.º andar, CEP 02598-900, com nome, endereço, RG e telefone, e podem ser resumidas. Cartas sem esses dados serão desconsideradas. Respostas não publicadas são enviadas diretamente aos leitores.

O Estadão deixou de dar suporte ao Internet Explorer 9 ou anterior. Clique aqui e saiba mais.