Ouvidoria afasta funcionárias do PAS por engano

A Ouvidoria-Geral da Prefeitura de São Paulo admitiu o erro que resultou no afastamento de duas funcionárias ligadas ao Plano de Atendimento à Saúde (PAS).As servidoras públicas Maria Isabel Marcondes Pontes e Sônia Conceição Pires de Oliveira passaram da condição de denunciantes para denunciadas.Elas foram citadas em uma lista com 31 nomes de funcionários do PAS, divulgado no Diário Oficial do Município na sexta-feira. Os servidores são acusados de suposto envolvimento em irregularidades, como desvio de verba. Segundo o ouvidor Benedito Domingos Mariano, responsável pelo caso, uma advogada do órgão, cujo nome não foi revelado, teria se equivocado ao levantar os nomes dos servidores com processos no Ministério Público Estadual (MPE).Mariano disse que a advogada foi advertida. Na sexta-feira, a Ouvidoria atribuiu o erro ao MPE, que, por sua vez, negou. "O erro foi nosso, mas não compromete o trabalho", acrescentou Mariano. O coordenador do Módulo Cooperativado da Secretaria Municipal da Saúde, Henrique Carlos Gonçalves, disse que a falha da Ouvidoria é compreensível e que o afastamento das servidoras já foi suspenso.A reportagem não localizou as funcionárias para comentar o assunto.

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