Padrasto nega que família brasileira influencie menino

O padrasto de S., o advogado João Paulo Lins e Silva, e seu defensor, Sérgio Tostes, negam que o menino sofra influência da família brasileira para dizer que quer ficar no Brasil. "O menino tem absoluto desejo de estar aqui. Queria que o juiz o ouvisse, porque veria que ele não foi treinado. Não tenho medo que ele seja ouvido. O outro lado tem", disse Tostes ao Estado. O padrasto não quer dar entrevistas, alegando sigilo judicial do caso, mas, por meio do advogado, nega difamar Goldman para S..

Entrevista com

O Estadão deixou de dar suporte ao Internet Explorer 9 ou anterior. Clique aqui e saiba mais.