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Padre acusado de pedofilia tem habeas corpus decretado

O padre claretiano Helio Aparecido Alves de Oliveira, de 45 anos, acusado de pedofilia e que estava foragido, livrou-se da ameaça de ir para a cadeia. A 5ª Câmara Criminal do Tribunal de Justiça concedeu, nesta quinta-feira, habeas corpus para garantir-lhe o direito de responder em liberdade processo em que é acusado de 15 crimes de atentado violento ao pudor, cometidos nos últimos dois anos contra três garotos, na cidade de Rio Claro.Os desembargadores Damião Cogan (relator), Gentil Leite e Donegá Morandini decidiram ser a prisão preventiva desnecessária, pois não existe risco à ordem pública. O padre não prejudicou as investigações, possui residência fixa, bons antecedentes e afastou-se dos cargos de diretor da União das Faculdades Claretianas (Uniclar), do colégio Claretiano e da TV Rio Claro.A prisão fora decretada a 16 de junho pelo juiz da 1ª Vara Criminal de Rio Claro, Durval José Moraes Leme, face a laudos do IML que confirmaram as violências sexuais. Ademais, psicólogos que entrevistaram os garotos constataram que estão traumatizados. O processo corre em segredo de justiça e nele está também denunciada uma funcionária do colégio Claretiano, acusada de auxiliar o padre na prática dos crimes.

Agencia Estado,

16 de setembro de 2004 | 18h24

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