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Pai adotivo de Pedrinho morreu sem saber que filho não era seu

A empresária Vilma Martins Costa, mãe adotiva de Osvaldo Martins Borges Júnior, o Pedrinho, que, segundo a polícia, seqüestrou o adolescente há 16 anos, em uma maternidade de Brasília, o fezpara justificar uma falsa gravidez.A tese é da família de Osvaldo Borges, pai adotivo de Pedrinho e último marido de Vilma. Segundo os parentes, Borges morreu sem saber averdade. ?Ele não sabia que o filho não era seu?, diz Jorge Borges, o filho mais velho deOsvaldo.?Em hipótese nenhuma meu pai iria aceitar uma situação dessas?, afirma. ?Ele viveu a vida inteira de forma rígida e com honestidade. Se soubesse que o menino era adotado, não esconderia de ninguém e, se descobrisse que foi um seqüestro, jamais seria conivente.?Osvaldo morreu há mais de dois meses de câncer, mas não chegou a revelar nada aos filhos. Quando Vilma anunciou que estava grávida, Osvaldo ainda vivia com a primeira mulher, com quem teve quatro filhos. ?Nós acreditamos que ela forçou a gravidez?, diz Jorge.?Para isso, teria tomado medicamentos para engordar. O Jefferson, um de meusirmãos, chegou a vê-la desta forma, mas depois ela desapareceu e voltou com umbebê.?O motivo da falsa gravidez seria forçar Osvaldo a romper o casamento e se juntar a ela. Vilma alega que Osvaldo teria ganho o bebê de uma gari. Duas filhas de Osvaldo, Maria Cristina e Júnia, ficaram no hospital durante toda a internação do pai, mas nunca ouviram qualquer informação dele. ?Ele, se soubesse, teria dito às duas?, afirma Jorge.Nesta sexta-feira, Pedrinho saiu com vários amigos rumo a um shopping da cidade, onde chegoua entrar, mas não foi encontrado. A hipótese era a de que ele iria encontrar-se com a mãe adotiva, que estaria na casa de um vereador em Aparecida de Goiânia. Irritado, o rapaz chegou a parar o carro na rua e discutir com jornalistas.Vilma voltou a negar, nesta sexta-feira, que tenha seqüestrado seu filho adotivo Osvaldo. ?Eunão vou confessar um crime que não cometi?, afirmou nesta sexta, em entrevista à TVAnhanguera, de Goiânia.Ela fez um apelo para que esta pessoa (que supostamente teria seqüestrado o menino) apareça. ?Venha, se comunique, não vai ter crime para você. Mas faça alguma coisa.?

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