Pais de garota tiveram de ser sedados e internados

Ao lado do cerco da imprensa e da polícia, sobressaía o sofrimento dos parentes das vítimas do seqüestro no Centro Hospitalar Municipal de Santo André. Segundo a diretora do centro médico, Rosa Maria de Aguiar, as famílias estavam "profundamente abaladas" e ainda sofriam para entender o que havia acontecido. "A mãe de Eloá, que permaneceu forte o tempo todo, ficou muito emocionada quando percebeu a gravidade do estado da filha."   Próximos passos das investigações A mãe, Ana Cristina Pimentel da Silva, de 42 anos, funcionária de uma creche, foi medicada e continuava sob observação até o fim da tarde de ontem. O pai, Aldo José da Silva, de 40 anos, vigilante, foi sedado já na noite de anteontem e também permanecia em observação na tarde de ontem. "A Cristina estava muito esperançosa. Agora, fica difícil manter a força que tinha antes", observou Rosa. Segundo ela, a mãe só conseguiu dizer algumas palavras à filha na entrada da Unidade de Terapia Intensiva, após a operação. "Ela disse à Eloá que a amava e que tudo iria ficar bem."

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