Pais de mulher feita refém no Guarujá chegam à cidade

Três equipes de operações especiais da Polícia Militar da Baixada Santista negociam com o criminoso

Rejane Lima, da Agência Estado,

01 Agosto 2008 | 17h45

Os pais da auxiliar de enfermagem Lilian Croche, de 29 anos, que desde as 14h30 é mantida refém, sob a mira de uma arma, por um homem na beira da Praia da Enseada, no Guarujá, litoral sul de São Paulo, chegaram à cidade, vindos de Mauá, interior do Estado.   Três equipes de operações especiais da Polícia Militar da Baixada Santista negociam com o homem e integrantes do Grupo de Ações Táticas Especiais (Gate), da capital já estão a caminho para ajudar.   Policiais militares, civis e a imprensa ocupam três quadras da Avenida Miguel Estesno.   Segundo informações preliminares, o homem que mantém Lilian refém se chamaria Jonathan. A auxiliar de enfermagem trabalha no Hospital São Luiz, na capital, e mora em Santo André, na Grande São Paulo. Ela estava de férias com o marido e um filho de 8 anos no Guarujá há dois dias, e pretendia voltar ao ABC neste domingo, 3.

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