Palanque

Um giro pelas campanhas eleitorais

Luciana Nunes Leal, O Estado de S.Paulo

12 de junho de 2010 | 00h00

BRASIL

PMDB que rejeita Dilma pede respeito às dissidências

O PMDB contrário à aliança com Dilma Rousseff sabe que sairá derrotado, hoje, da convenção do partido. Agora, espera que a direção nacional não dificulte a vida dos aliados de José Serra, como o candidato ao Senado Orestes Quércia (SP), o senador Jarbas Vasconcelos (PE) e o governador André Puccinelli (MS). Os gaúchos deverão votar a favor da coligação com o PT, para evitar conflito com o presidente do PMDB e vice de Dilma, Michel Temer, mas tendem a ficar neutros na disputa presidencial. "O importante é a unidade do partido no Estado. Não deixo de estranhar que o PMDB nacional tenha pressionado tanto para que o PT não tivesse candidato a governador em Minas Gerais e não tenha feito o mesmo no Rio Grande do Sul", queixa-se o peemedebista José Fogaça, que disputa o governo gaúcho com o petista Tarso Genro.

QUANTO CUSTA

PSDB vai negociar com fornecedores

Passada a convenção que lançará José Serra candidato, hoje, os responsáveis pela arrecadação de recursos têm uma missão imediata: "negociar fortemente" com fornecedores para diminuir custos. Vão pedir orçamentos "mais realistas" e também baixar as expectativas dos candidatos em relação à propaganda. Os tucanos concluíram que, apesar da previsão de gastos de R$ 250 milhões, dificilmente arrecadarão mais de R$ 200 milhões.

SÃO PAULO

Como nos tempos de Mário Covas

Será inaugurada, na próxima quinta-feira, a casa onde vai trabalhar a equipe responsável pelo programa de governo de Geraldo Alckmin, no Alto de Pinheiros. Levará o nome de Mário Covas. É o mesmo imóvel onde funcionou o comitê do então governador, na campanha da reeleição, em 1998. Amanhã, na convenção que vai oficializar sua candidatura, Alckmin pretende enfatizar a ideia do "avanço permanente", em referência aos quase 16 anos de administração tucana no Estado e lembrar as dificuldades enfrentadas por Covas no início do primeiro mandato, em 1995.

AMAZONAS

PT apoia PR e devolve cargos

O PT vai desocupar os cargos que ocupa no governo Omar Aziz (PMN). Na semana passada, os petistas decidiram apoiar o ex-ministro Alfredo Nascimento (PR). Candidato à reeleição, Aziz diz que não cobrará a devolução dos cargos.

SERGIPE

Um tucano entre petistas

No palanque do presidente Lula e aliados, em Aracaju, na última quinta-feira, estava o deputado tucano Albano Franco. Disse que recebeu um convite por escrito do Planalto.

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