Para garantir segurança, 60 mil policiais

Haverá policiamento ostensivo nos locais de votação e proximidades; é proibido fazer boca de urna

, O Estado de S.Paulo

02 Outubro 2010 | 00h00

Boa parte do contingente da polícia paulista, tanto Civil quanto Militar, estará nas ruas amanhã para garantir a tranquilidade do pleito. Serão 60 mil policiais militares e 30 mil policiais civis. Destes, de acordo com o Tribunal Regional Eleitoral (TRE), 20 mil ficarão aquartelados para qualquer emergência.

Segundo o TRE, os policiais militares farão policiamento ostensivo nos locais de votação e nas proximidades das escolas e outros espaços onde ocorrerão as eleições.

A Polícia Civil, por sua vez, ficará a postos nas delegacias para registrar eventuais violações durante o dia das eleições.

Proibição. Está proibida a boca de urna e quem insistir em tentar aliciar eleitores ou fazer comícios e carreatas pode ser preso em flagrante e pagar multa.

O eleitor pode, caso deseje, fazer sua manifestação silenciosa, usando roupa de candidato ou de partido político.

É vedada, no entanto, a reunião de vários eleitores, portando bandeiras ou outros adereços que se constituam como tentativa de boca de urna. Caso isso ocorra, poderá haver prisões.

Ninguém pode, também, usar celulares ou aparelhos de radiocomunicação dentro das seções eleitorais. Os aparelhos poderão ser portados, mas desligados.

Além dos eleitores do Estado, que chegam a 30,3 milhões, outras 12.750 pessoas se inscreveram para votar em trânsito em São Paulo no primeiro turno. É o maior número do País. Em Brasília, votarão 8.097 e em Belo Horizonte, 4.531 eleitores. No Brasil, serão 80 mil.

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