Para Justiça, promotora do DF não tem insanidade

BRASÍLIA

, O Estado de S.Paulo

03 de junho de 2011 | 00h00

Os integrantes da Corte Especial do Tribunal Regional Federal (TRF) da 1.ª Região concluíram ontem por unanimidade que a promotora de Justiça Deborah Guerner não sofre de insanidade mental. Por causa disso, ela deve responder pelos crimes pelos quais é acusada.

Deborah é suspeita de envolvimento num esquema de corrupção no Distrito Federal, que ficou conhecido como mensalão do DEM. A promotora e o marido, Jorge Guerner, chegaram a ficar presos por oito dias na Superintendência da Polícia Federal em Brasília. Na época, eles foram acusados de tentar atrapalhar o processo, simulando suposto estado de insanidade mental. Vídeos gravados na casa da promotora mostraram o que seriam aulas de um psiquiatra para instruí-la a simular transtornos mentais.

Ao lado do ex-procurador-geral de Justiça do DF Leonardo Bandarra, Deborah é alvo de ação judicial, aberta pelo Conselho Nacional do Ministério Público. A ação visa à demissão de ambos pela suposta ligação com o mensalão do DEM.

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