Para lembrar

A Operação Mãos Limpas foi deflagrada no dia 10 de setembro com o objetivo de prender uma organização criminosa composta por servidores públicos, políticos e empresários, que desviava recursos do Estado do Amapá e da União em vários órgãos públicos e diversas esferas do poder.

, O Estado de S.Paulo

19 de dezembro de 2010 | 00h00

Do dia 10 até hoje, 28 pessoas foram presas, entre elas o governador Pedro Paulo Dias (PP), o ex-governador Waldez Góes (PDT) - que é primo do prefeito -, o presidente do Tribunal de Contas, Júlio Miranda, a ex-primeira-dama Marília Góes (que anteontem foi diplomada deputada estadual) e até um delegado da Polícia Federal, Aldo Ferreira, que estava à disposição do governo exercendo o cargo de secretário de Justiça e Segurança Pública. Nesse período, mais de cem pessoas prestaram depoimento sobre o caso na PF.

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