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Para lembrar

Os cortes de verbas dos programas sociais, para financiar gastos com turismo, são irmãos gêmeos de outro esquema irregular - o das emendas orçamentárias para falsos institutos que "organizavam" eventos turísticos, trazido a público pelo Estado nas últimas duas semanas.

, O Estado de S.Paulo

22 de dezembro de 2010 | 00h00

A manobra era simples. Deputados propunham emendas para shows e promoções turísticas patrocinados pelo Ministério do Turismo, mas os recursos, que somaram R$ 20 milhões desde 2008, iam para empresas fantasmas controladas pelos próprios parlamentares.

Comandada pelo então relator do Orçamento 2011, deputado Gim Argello, a operação incluía nomes como RC Assessoria e Marketing, Inbraest, Renova Brasil, Planalto Central - e contava com laranjas, entre eles um jardineiro, um frentista de posto de gasolina e uma faxineira. Só a RC recebeu cerca de R$ 3 milhões. A revelação do escândalo pelo Estado obrigou Argello a deixar a relatoria do Orçamento. Dias depois, o governo proibiu a destinação de dinheiro público para eventos e promoções de turismo.

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