Para Marina, há uma ''crise institucional''

Em campanha no Rio, onde concentrou atividades na Baixada Fluminense e em bairros da zona norte, a candidata do PV à Presidência, Marina Silva, preferiu não se estender nos comentários às denúncias de corrupção na Casa Civil.

Irany Tereza / RIO, O Estado de S.Paulo

19 de setembro de 2010 | 00h00

Indagada sobre as denúncias contra o filho da ex-ministra Erenice Guerra, ela direcionou suas declarações a uma crise institucional. Criticou os longos mandatos causados pela reeleição, que, segundo ela, "propiciam um clima de vale-tudo nas campanhas eleitorais".

"Nada no Brasil é encarado institucionalmente. No meu governo, as instituições vão funcionar com neutralidade, observando o princípio da probidade, da legalidade e da impessoalidade. É por isso que sou contra a reeleição. Na reeleição, vale tudo para se eleger. Sou favorável ao mandato único mandato", disse.

"Essas denúncias todas, como o caso do Amapá, uma outra coisa lamentável, mostram porque esse segundo turno é importante. É importante para que o Brasil se comprometa com uma nova política, com projetos, com programas, e não com vale-tudo", resumiu.

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