Para petistas, crimes estariam próximos da elucidação

As investigações sobre o assassinato do prefeito de Campinas (SP), Antônio das Costa Santos, o Toninho do PT, deverão sofrer uma reviravolta nos próximos dias, anunciou o deputado estadual Renato Simões (PT), que integra a comissão designada pelo partido para acompanhar as investigações da morte de Toninho e do prefeito de Santo André (SP), Celso Daniel (PT).Simões foi o único integrante da comissão que compareceu no ato público realizado hoje por militantes petistas em frente à Secretaria de Segurança Pública de São Paulo, para protestar contra a demora na apuração dos dois homicídios. "Importantes novidades deverão ser reveladas, talvez até amanhã, sobre o assassinato de Toninho", afirmou Simões.De acordo com o deputado, as investigações deram "um importante salto de qualidade" depois que foram tiradas da polícia de Campinas e transferidas para o Departamento de Homicídios e Proteção à Pessoa (DHPP), da Polícia Civil em São Paulo.Simões e o prefeito de Santo André, João Avamileno, que também participou do ato público, afirmaram que o desfecho das investigações do assassinato de Daniel parecem estar muito próximo. "Ao que tudo indica, as investigações estão bem perto de chegar aos autores materiais do crime", disse Avemileno.Simões acredita que a descoberta dos autores materiais do crime pode abrir uma nova linha decisiva de investigações. "O que teremos que saber, a seguir, é se eles agiram por conta própria ou se tiveram mandantes; se era realmente o modus operandi desta quadrilha da Favela Pantanal ficar esperando suas vítimas na saída de restaurantes", afirmou o deputado.Pouco mais de 200 pessoas participaram do ato público. Para os organizadores, do diretório do PT de Santo André, a chuva constante que caiu sobre o centro de São Paulo durante toda a tarde esvaziou a manifestação. Os deputados federais federais Luiz Eduardo Greenhalgh, José Dirceu e Aloísio Mercadante, que haviam confirmando a presença, não apareceram. O ato, marcado para as 16 horas, começou com mais de uma hora e meia de atraso.

O Estadão deixou de dar suporte ao Internet Explorer 9 ou anterior. Clique aqui e saiba mais.