Para secretário, trata-se de ação ''de emergência''

As novas pistas da Marginal servem como uma intervenção "de emergência", enquanto se espera a conclusão do Rodoanel, afirmou ontem o secretário municipal do Verde e do Meio Ambiente de São Paulo, Eduardo Jorge. A análise foi feita durante evento promovido pelo Movimento Nossa São Paulo para discutir o empreendimento. Jorge destacou o momento para rebater as críticas feitas pelos outros integrantes do debate - a Associação Nacional dos Transportes Públicos (ANTP), o Coletivo Ecologia Urbana estiveram presentes, além da Companhia de Engenharia de Tráfego. Os especialistas não governamentais voltaram a criticar a opção pelo incentivo ao transporte individual, em detrimento do coletivo. Para eles, trata-se de "opção rodoviarista". "O Brasil adota a opção ?rodoviarista? de longa data. E o antigo (modelo) tem de continuar rodando, enquanto não vem e não nasce o novo. Temos medidas de médio e curto prazos no modelo antigo que têm de ser tomadas", afirmou. Entre as medidas, o secretário citou a construção da Nova Marginal e da Avenida Jacu-Pêssego (na zona leste). FRASES Paulo Vieira de Souza Diretor de Engenharia da Dersa "Então, o governador José Serra nos pediu para liberarmos esses primeiros trechos para já melhorarmos a fluidez. E mantemos como prazo final, para a entrega de tudo, março de 2010" "Apesar de as obras serem no canteiro central, muitas pessoas, por exemplo, vão mais devagar para olhar os equipamentos e os trabalhos (justificando a lentidão em alguns trechos)" Eduardo Jorge Secretário Municipal "O Brasil adota a opção ?rodoviarista? de longa data. E o antigo (modelo) tem de continuar rodando, enquanto não vem e não nasce o novo. Temos medidas de médio e curto prazos no modelo antigo que têm de ser tomadas"

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