Para TJ, Maroni não explorava prostituição

O Tribunal de Justiça (TJ) de São Paulo absolveu o empresário Oscar Maroni Filho da acusação de manter esquema de prostituição na boate Bahamas, em Moema, na zona sul de São Paulo. "Não era uma casa de prostituição. O tribunal entendeu que era apenas uma boate com mil atrativos", disse o advogado Mauro Otávio Nacif. O Bahamas e o Oscar?s Hotel, erguido próximo à cabeceira da pista do Aeroporto de Congonhas, foram lacrados pela Subprefeitura da Vila Mariana em agosto de 2007. A interdição ocorreu cinco dias depois do acidente com o voo 3054 da TAM, que causou a morte de 199 pessoas. "Sabe a Escola Base? A Prefeitura me transformou no bode expiatório para desviar a atenção na época do acidente", afirmou ontem Maroni.Em agosto daquele ano, a subprefeitura fechou o hotel por suspeitas de que a obra havia desrespeitado normas de segurança da Aeronáutica. Na mesma semana, o Bahamas, vizinho ao hotel, foi fechado sob a alegação de explorar a prostituição. Maroni vai tentar reabrir o Bahamas e retomar as obras do hotel.

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