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Parte dos cursos da Unifesp está parada

A radicalização do movimento grevista de professores e funcionários das universidades federais já se faz sentir de maneira forte na Universidade Federal de São Paulo (Unifesp).Segundo a Associação dos Docentes da Unifesp, em torno de 85% dos cursos de graduação estão parados. A paralisação afeta 50% das aulas de pós-graduação. Os cursos de especialização também estão parcialmente parados. "Mesmo que o salário de setembro seja pago, os professores continuarão em greve", afirmou a presidente da associação dos docentes, Soraya Smaili. A decisão foi tomada em assembléia nesta sexta-feira.Os professores reivindicam incorporação de gratificações ao salário, abertura de concurso para novas contratações, mais verba para as universidades federais e reposição salarial.No Hospital São Paulo, da Unifesp, o paciente ainda não está sofrendo os efeitos da greve dos servidores federais. "Estamos procurando afetar o mínimo as pessoas que procuram o hospital", disse o coordenador-geral do Sindicato dos Trabalhadores da Unifesp, José Ivaldo Rocha. Mas a situação do paciente pode mudar se o salário de setembro não for pago até segunda, segundo o coordenador-geral. Em assembléia, nesta sexta-feira, com a participação de cerca de 200 funcionários, eles decidiram que haverá radicalização do movimento grevista se continuarem sem pagamento.

Agencia Estado,

05 de outubro de 2001 | 20h39

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