Passageira passa mal em voo e morre ao desembarcar no Rio

Causa da morte ainda não foi divulgada; filha diz que cartões de crédito e US$ 8 mil da mãe desapareceram

Fabiana Marchezi, da Central de Notícias, e Luciana Nunes Leal, de O Estado de S. Paulo,

25 de outubro de 2009 | 17h09

Uma passageira do voo 8079 da TAM, que fazia a rota Nova York-Rio, morreu neste sábado, 24, ao desembarcar no Aeroporto Internacional Tom Jobim (Galeão), na Ilha do Governador. Segundo nota divulgada pela companhia aérea, Maria Petrúcia Ribeiro da Silva, de 68 anos, começou a passar mal quando a aeronave se aproximava do Rio. A causa da morte não foi divulgada. A reportagem não conseguiu contato com a assessoria de imprensa da Infraero.

 

A delegacia do Aeroporto Internacional do Rio de Janeiro está investigando as circunstâncias da morte da aposentada. Em entrevista às TVs Globo e Record, uma das filhas da passageira, Sandra Willians, disse que cartões de crédito e US$ 8 mil sacados pela mãe antes da viagem desapareceram. Segundo Sandra, a bolsinha que estava presa à cintura de Petrúcia foi rasgada e ficaram apenas US$ 10, a carteira de identidade e os dois passaportes da aposentada, que tinha dupla nacionalidade.

 

A assessoria de imprensa da Secretaria de Segurança informou que funcionários da companhia aérea registraram a morte da passageira, mas que nem a empresa nem a família de Petrúcia fez qualquer registro sobre o desaparecimento do dinheiro. A polícia investiga também se houve demora no atendimento a Petrúcia.

 

"Ela estava com US$ 8 mil dentro de uma sacolinha que ela cortou e costurou. Eles rasgaram, tiraram a carteira de motorista dela, todos os cartões de crédito... Só tem mesmo o passaporte brasileiro, o passaporte americano e as besteirinhas que ela trazia dentro da bolsa. Tinha uma carteirinha com US$ 10", disse Sandra à TV Globo.

 

Técnicos do Instituto Médico Legal (IML) fizeram autópsia no corpo de Petrúcia, mas ainda não há informações sobre a causa da morte. Sandra Willians disse que, ao embarcar em Nova York, a mãe estava bem e não se queixava de nenhuma dor ou incômodo. A passageira alternava temporadas no Rio e em Nova York e planejava ficar no Brasil até fevereiro de 2010.

 

Texto atualizado às 18h20.

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