PCC quer fim de segurança intensa em Taubaté

A segurança intensa e as celas individuais são os principais motivos que levam os líderes do Primeiro Comando da Capital (PCC) a lutar pela extinção do Centro de Readaptação Penitenciária (CRP), o anexo da Casa de Custódia de Taubaté. O local conta com 164 celas individuais, mas apenas 20 estão em funcionamento depois da rebelião de dezembro.O esquema de segurança conta com policiamento externo intenso. Além disso, o banho de sol é feito por um número pequeno de presos que revezam os horários. Para cada horário, saem para o pátio dez presos, que também passam por escolhas para que o mesmo grupo não fique em contato.As portas das celas são de ferro maciço com grades apenas numa parte para que os presos possam conversar. As refeições (quatro por dia) passam por uma abertura na porta. As celas não contam com vasos sanitários, têm apenas um buraco no chão.As visitas são controladas pela direção do presídio, cada detento pode receber duas pessoas no sábado e duas no domingo. Quando chegam na Casa de Custódia, os presos permanecem 30 dias sem receber visitas ou ter contato com os demais detentos.

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