Perícia esclarecerá se PMs mataram jovens em Mongaguá

O delegado João José Peres Neves, que preside o inquérito sobre a morte de dois rapazes em Mongaguá, na no dia 27 de setembro, vai encaminhar somente amanhã ao Instituto de Criminalística, na Capital, os projéteis apreendidos nos corpos para confrontar com as armas entregues pelo cabo Maurício Miranda e o soldado Sílvio Ricardo Monteiro Batista, acusados pelo duplo homicídio. Amostras de cal encontradas na casa do cabo e na cova rasa em que foram enterrados Celso Gioiello Magalhães Júnior, de 20 anos, e Anderson do Carmo, de 17, serão irão para análise, para determinar se são iguais. Os policiais continuam presos no Presídio Militar Romão Gomes.

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