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Perícia policial investigará seguranças no caso Staheli

Na falta de pistas sobre o assassinato do casal Staheli, assassinado em casa há 20 dias, a polícia apreendeu hoje o carro de um dos cinco seguranças do condomínio Porto dos Cabritos que estavam de plantão no madrugada do crime. Peritos utilizaram luminol no veículo para verificar se havia vestígios de sangue, embora o vigia afirme que não foi trabalhar com o veículo naquele dia. O resultado do exame não havia sido divulgado até as 19h30.José Carlos Lins, dono da JC Assessoria, empresa que faz a segurança do condomínio, disse que a polícia solicitou que os seguranças que estavam de plantão na madrugada de 30 de novembro e possuíssem automóvel o levassem até o Instituto de Criminalística Carlos Éboli para ser periciado. Somente um dos vigias, cuja identidade não foi divulgada, havia apresentado o carro até o início da noite.Lins criticou a polícia. "Isso é a coisa mais ridícula do mundo. O segurança nem foi trabalhar com o carro, que estava com a mulher dele. Foi de ônibus. A polícia está atirando para todos os lados. Não acharam ninguém, então agora estão se voltando para os vigilantes. Não vai dar em nada. Vai acabar em pizza", desabafou.AnáliseO laboratório de DNA da Universidade do Estado do Rio de Janeiro (Uerj) está analisando amostras de sangue colhidas no carro do motorista da família Staheli, Sebastião Moura. As informações genéticas serão comparadas às de Todd e Michelle. A polícia ainda não tem suspeitos do caso, que está mantido em sigilo pelas autoridades da área de segurança.

Agencia Estado,

19 de dezembro de 2003 | 19h44

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