Petista e chefe de gabinete negam irregularidade

As defesas do vereador Arselino Tatto (PT) e do chefe de gabinete dele, Osvaldir Barbosa de Freitas, negam qualquer irregularidade na prestação de contas do candidato petista. "O peticionário (Tatto) não fez uso de documento falso, sendo certo que a juntada de referidos documentos se deu com assinatura única e exclusiva do administrador financeiro da campanha, o que igualmente afasta sua responsabilidade criminal", escreveram os advogados do parlamentar. No rol de oito testemunhas arroladas pelos defensores, estão três irmãos do vereador - o deputado federal Jilmar Tatto (PT-SP), o estadual Ênio Tatto (PT) e Jair José Tatto, vice-presidente do Diretório Estadual do PT -, além do também deputado federal Carlos Zarattini (PT-SP).Os advogados de Freitas reforçaram que, em janeiro de 2003, a sede da empresa foi transferida para a Avenida Yervant Kissajikian. Destacaram ainda que os serviços prestados aos 14 comitês de campanha do petista foram prestados fora do horário de trabalho. "O fato do ora peticionário (Freitas) ser sócio da empresa contratada e prestar serviços para a campanha eleitoral, fora de seu horário de expediente, como verdadeiramente foi feito, não configura nenhuma irregularidade disciplinar, administrativa e muito menos ilícito penal", assinalaram os defensores.

O Estadão deixou de dar suporte ao Internet Explorer 9 ou anterior. Clique aqui e saiba mais.