Petistas e tucanos agem para evitar manifestações

Apesar do apelo dos grevistas pela ajuda da presidente Dilma Rousseff, o governo federal não prevê participar de forma direta das negociações para pôr fim à paralisação dos metroviários. Na avaliação de um ministro com gabinete no Palácio do Planalto, sindicalistas procuram saída honrosa depois de o Tribunal Regional do Trabalho (TRT) julgar a paralisação abusiva.

Bastidor: Ricardo Galhardo, O Estado de S. Paulo

09 de junho de 2014 | 04h46

Os governos federal, estadual e municipal estão agindo em conjunto para evitar transtornos na Copa. O foco é o Movimento dos Trabalhadores Sem Teto (MTST), que até o início da greve, era visto como a principal ameaça.

A pedido do Planalto e da Prefeitura, o Palácio dos Bandeirantes orientou a bancada do PSDB na Câmara Municipal a aprovar o projeto de lei de Fernando Haddad (PT) para alterar o zoneamento em Itaquera e permitir a construção de casas populares no terreno invadido, perto da Arena Corinthians.

Além disso, Alckmin pediu para a Companhia de Desenvolvimento Habitacional e Urbano (CDHU) adiar a audiência sobre a reintegração de posse do terreno invadido para dar tempo para que Dilma consiga uma solução. Por fim, ele receberá o líder do MTST, Guilherme Boulos, na quarta-feira.

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