Marcos de Paula/Estadão
Marcos de Paula/Estadão

Pezão diz que buracos não vão barrar continuação das obras do Metrô

Solo cedeu e abriu duas crateras de 4m de diâmetro e 2m de profundidade

Marcelo Gomes, O Estado de S. Paulo

12 Maio 2014 | 18h02

RIO - O governador do Rio, Luiz Fernando Pezão (PMDB), disse na tarde desta segunda-feira, 12, que os dois buracos que surgiram perto das obras de construção da linha 4 do Metrô na Rua Barão da Torre, em Ipanema, na zona sul, não vão atrapalhar o andamento das obras. A linha, que vai ligar Ipanema à Barra da Tijuca, na zona oeste, deve entrar em operação no primeiro semestre de 2016, às vésperas dos Jogos Olímpicos no Rio.

"É uma coisa natural ter uma movimentação quando se passa de um terreno para outro. Ali a gente saiu de rocha e foi para areia. Sempre existiu isso. Tem estudos que comprovam que há essa acomodação. Estão todos os prédios monitorados com a melhor tecnologia que existe no mundo. Claro que vamos passar dois, três dias debruçados nos estudos."

"Temos ali o melhor da engenharia nacional e do mundo dando consultoria a essa obra. Tenho que saudar a eficiência do consórcio (construtor) de atacar rapidamente o problema. Temos que ver tudo que acarretou de problemas e minorá-los", afirmou o governador, após fazer um balanço da atual gestão em almoço promovido pelo Grupo de Líderes Empresariais (Lide-Rio), em um hotel na zona sul da capital.

Suspensas. As obras de perfuração do solo para construção da Linha 4 do Metrô no trecho entre Ipanema e Gávea, na zona sul do Rio, foram suspensas por tempo indeterminado depois que o solo cedeu na madrugada deste domingo, 11.

Duas crateras de 4 metros de diâmetro e 2 metros de profundidade se abriram nas calçadas da Rua Barão da Torre, entre as ruas Farme de Amoedo e Teixeira de Melo. As causas do problema ainda são desconhecidas, no entanto, o gerente de produção do consórcio Linha 4 Sul, Aluísio Coutinho, garante que não há risco para a estrutura dos prédios nas redondezas.

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