Fabio Motta/Estadão
Fabio Motta/Estadão

Pezão lamenta morte de 100º policial e diz: 'Criminoso deve ser tratado como terrorista'

Governador do Rio de Janeiro defende uma legislação criminal mais dura

Mariana Durão, O Estado de S.Paulo

26 Agosto 2017 | 18h46

RIO DE JANEIRO - O governador do Rio, Luiz Fernando Pezão, divulgou há pouco uma nota lamentando a morte do 2º sargento Fabio Cavalcante e Sá, assassinado na manhã deste sábado, 26, em São João de Meriti, na Baixada Fluminense, quando visitava os pais. Ele foi o centésimo policial militar assassinado no Estado do Rio em 2017. Na nota, Pezão chama de terroristas bandidos que assassinam policiais com fuzis e defende uma legislação criminal mais dura.

“Um criminoso que porta fuzil e mata policial deve ser tratado como terrorista, e o Estado defende o endurecimento da legislação penal. Segurança é prioridade para o nosso governo, que promoveu mudanças recentes na política de pacificação visando, sobretudo, à preservação da vida. Os governos estadual e federal, integrados, vêm lutando para salvar vidas. Diversas ações já tiveram início, no entanto os amplos resultados não são imediatos. Juntos, continuaremos em defesa dos cidadãos fluminenses, que, infelizmente, hoje perderam mais um defensor”, afirma Pezão.

O governador se solidariza com a família e amigos do sargento e de todos os seus colegas policiais assassinados. Até então apenas a Secretaria de Segurança do Rio e a Polícia Militar haviam se pronunciado sobre o caso.

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