Informação para você ler, ouvir, assistir, dialogar e compartilhar!
Tenha acesso ilimitado
por R$0,30/dia!
(no plano anual de R$ 99,90)
R$ 0,30/DIA ASSINAR
No plano anual de R$ 99,90

PF ajuda na identificação de corpos encontrados na Bolívia

Ao todo, 7 pessoas foram encontradas em vala comum em San Martín; eles teriam envolvimento com o tráfico

Solange Spigliatti, Central de Notícias, com Associated Press

17 de abril de 2009 | 15h49

Dois peritos da Polícia Federal de Brasília e um perito da PF de Cuiabá chegaram nesta sexta-feira, 17, a Cáceres, no Mato Grosso, e se preparam para trabalhar na exumação e identificação dos seis corpos encontrados em uma vala comum na quarta-feira em San Matías, na Bolívia. Como a exumação será feita em conjunto com a Bolívia, os peritos brasileiros esperam a definição da data do começo dos trabalhos. A expectativa é de que a perícia já comece a ser feita ainda no começo dessa próxima semana.

 

Enquanto isso, os peritos estão na delegacia de Cáceres aguardando as possíveis famílias das vítimas da Bolívia para que seja colhido o material que será posteriormente usado no exame de DNA. Os peritos da PF solicitaram que, se possível, as famílias compareçam trazendo o máximo de informações médicas que conseguirem, tais como ficha odontológica e raio X. Os que estiverem impossibilitados de ir à delegacia nesta sexta ou segunda-feira, devem ligar para delegacia de Cáceres, no número (65) 3211-6300 para receberem as instruções.

 

Os sete corpos - incluindo o de um boliviano e o de uma mulher - foram encontrados numa vala comum na pequena localidade de San Matías, a mil quilômetros a leste de La Paz, na fronteira com o Brasil. A suspeita da polícia boliviana suspeita de um "ajuste de contas" entre narcotraficantes.

 

"Os corpos estavam enterrados a uns três metros de profundidade. Chama a atenção que os autores do múltiplo crime abriram e fecharam a fossa com uma escavadeira", afirmou o promotor do departamento (Estado) de Santa Cruz, Jaime Soliz, à emissora local Fides.

Encontrou algum erro? Entre em contato

O Estadão deixou de dar suporte ao Internet Explorer 9 ou anterior. Clique aqui e saiba mais.