PF intercepta carta de Beira-Mar com mensagem em código

O superintendente da Polícia Federal em Alagoas, José Paulo Rubim, confirmou, nesta sexta-feira, que carcereiros da PF interceptaram uma carta que o traficante Luiz Fernando da Costa, o Fernandinho Beira-Mar, passou para a advogada carioca Patrícia Queirós.Rubim não revelou o conteúdo da correspondência, que, segundo uma fonte da PF, continha mensagens em código, do tipo "desenterrem o isopor" e "vendam uma casa". "O que eu posso dizer é que a correspondência foi interceptada porque estava fora dos procedimentos", revelou o superintendente, acrescentando que toda carta escrita pelo traficante ou dirigida a ele passa por triagem.Segundo ele, o traficante não está tendo acesso a jornais ou revistas com informações atualizadas, como chegou a ser divulgado pela imprensa local. Rubin disse que o traficante pediu e recebeu algumas revistas para ler, mas o chefe da carceragem teve o cuidado de evitar que ele tivesse acesso a publicações com informações sobre ações de bandidos e medidas de combate ao crime organizado no Rio de Janeiro.Veja o especial:

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